Do casario imperial aos museus que guardam a memória do ciclo do café, um roteiro por marcos que moldaram a história do Vale.
Quinze paradas que contam a história da cidade — do apogeu do café à memória da resistência.
O coração cívico da cidade, cercado por casarões e comércio histórico do centro tombado.
Marco religioso e arquitetônico, símbolo da fé que acompanhou o apogeu cafeeiro.
Erguida pela família do negociante Joaquim José Teixeira Leite, preserva os ambientes deixados por Eufrásia Teixeira Leite, com piano de cauda de 1862.
Vista panorâmica sobre os telhados históricos e as colinas plantadas de café ao redor da cidade.
Erguida em 1875, testemunha da era em que trens escoavam o café rumo ao porto do Rio de Janeiro.
Espaço de memória dedicado à resistência e à luta dos escravizados no período cafeeiro.
Casarão adquirido em 2017 pelo Instituto Vassouras Cultural, dedicado ao auge do café (1830–1880) e a personagens silenciados, como Marianna Crioula.
Casarão de 1845 revitalizado em 2018 por Lucinha Araújo — mãe do cantor Cazuza, nascida ali —, com peças e objetos do artista.
Sede do poder legislativo local, instalada em um dos edifícios históricos do centro.
Antiga residência de barão do café, hoje integrada ao patrimônio arquitetônico da cidade.
Trecho do casario histórico transformado em espaço de convivência e comércio local.
Outra praça histórica do centro, ponto de encontro à sombra de árvores centenárias.
Referência do turismo religioso da cidade, onde nasce anualmente a misteriosa Flor de Carne.
Estrutura para eventos e convenções, ampliando a vocação turística e universitária da cidade.
Evento cultural anual que leva o cinema às ruas e espaços históricos da cidade.